No último encontro do elenco levei uma blusa preta de bolinha branca, cache-coer (envelopada), que tem um estilo meio anos, 50, a década em que a história do "Perdoa-me" se passa. Farjalla e eu concordamos que ela é uma mulher chique e usa elementos inpirados em um clima meio Coco Chanel, mas sempre com um toque de modernidade ou releitura, como a foto da modelo ruiva de blusa de pois.
Este espaço é um diário da construção da personagem Judite, da peça "Perdoa-me por me traíres", de Nelson Rodrigues. Aqui vai haver a troca entre a persona da atriz Julia Porto, com sua Judite. O processo, a construção, mudanças externas e internas. Metalinguagem, o discurso de uma e de outra. A riqueza do diálogo e as referências diversas que vão sugerir caminhos. As dificuldades, o prazer e a aflição da busca, alegrias e tropeços dentro desta enorme complexidade que habita a mente feminina.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
A BLUSA DE JUDITE
No último encontro do elenco levei uma blusa preta de bolinha branca, cache-coer (envelopada), que tem um estilo meio anos, 50, a década em que a história do "Perdoa-me" se passa. Farjalla e eu concordamos que ela é uma mulher chique e usa elementos inpirados em um clima meio Coco Chanel, mas sempre com um toque de modernidade ou releitura, como a foto da modelo ruiva de blusa de pois.
No último encontro do elenco levei uma blusa preta de bolinha branca, cache-coer (envelopada), que tem um estilo meio anos, 50, a década em que a história do "Perdoa-me" se passa. Farjalla e eu concordamos que ela é uma mulher chique e usa elementos inpirados em um clima meio Coco Chanel, mas sempre com um toque de modernidade ou releitura, como a foto da modelo ruiva de blusa de pois.
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